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Construção do Seminário de TV, Vídeo e Educação
OBS.: O seminário foi realizado em 26/06/06 , mas não poderia deixar de registrar este momento de estudo com minha amiga Cidicléia. Vejam que meninas estudiosas!!! Sabe o que estávamos estudando? TV, vídeo e educação!!! Os estudos foram muito interessantes, por que nos ajudaram a desmistificar a idéia da TV como "raiz de todos os males da educação" . Vale destacar que a forma dinamica e problematizadora de apresentação dos seminários como nos propôs a profa. Bonilla dinamizou o assunto e permitiu a nossa reflexão sobre o tema em questão. É bem verdade, que deu um pouquinho de dor de cabeça, afinal de contas estamos acostumadas a seminários lineares, sem conflitos de idéias e opinões, com pouca participção da sala. Mas esse valeu a pena,por que permitiu o questionamneto e ,por conseguinte, a reflexão sobre o tema abordado. No início reclamei bastante das práticas em sala da profa. Bonilla , mas preciso reconhecer a sua brilhante inteligência e forma de conduzir as discussões. Mas vale contas, a construção do trabalho e a discussão em grupo do que proporiamente o resultado alcançado, pois este será o fruto do esforço empreendido pela grupo. Muito obrigada Bonilla !!! Um forte Abraço, Michelle.
Escrito por belinhalages às 01h02 [ ] [ envie esta mensagem ] PRODUÇÃO E EDIÇÃO DO VÍDEO DA III SEMANA DE SOFTWARE LIVRE DA FACED/ UFBA
Data: 07/07/06 A produção do vídeo foi muito proveitosa, por que permitiu a integração da equipe e o conhecimento sobre edição de vídeo. Gostaria de registrar a diposição de Gabriel em atender à equipe, suas sugestões e paciência com todos. Muito obrigado !!!! VALEU, MESMO!!!! Cidy, não esteve presente por que não foi liberada do trabalho, mas participou da organização do trabalho, do vídeo e acompanhou pelo telefone a produção!!! Gostei muito da construção do trabalho!!! Até me interessei em conhecer um pouco mais da Rádio Faced!!!! Beijos galera , Até a próxima, Michelle Escrito por belinhalages às 00h25 [ ] [ envie esta mensagem ]
Oi pessoal! Esta é parte da equipe de TV, vídeo e educação que estava organizando e editando junto a Gabriel o vídeo da III SEmana do Software Livre da FACED/UFBA. A edicão foi muito interessante, pois aprendemos sobre "pisca" um artificio utlilizado pelos editores para intercalar cenas, selecionamos os trechos da fita cassete que desejaríamos apresentar no vídeo e ainda "fizemos um videoclip"para finalizar a edicão. Foi muito legal!!! Escrito por belinhalages às 00h20 [ ] [ envie esta mensagem ] A televisão como espaço educativo Michelle Costa de Brito Lages¹ Resumo O presente artigo aborda a influencia da televisão na vida quotidiana dos indivíduos, elencando aspectos antagônicos da sua utilizarão e a apropriação pelo educador deste meio de comunicação como espaço educativo.
Palavras-chave: Televisão - educação- formação
A televisão vem há muito tempo, ocupando na vida cotidiana dos indivíduos lugar de destaque na internalização de comportamentos sociais. Independente de classe social, cor, gênero, faixa etária, este veículo de comunicação têm-se introduzido nas casas das pessoas como item básico. Nessas condições, não se pode desconsiderar a influência que a televisão exerce na vida destes indivíduos. Para muitos autores,dentre eles , Tordjman e Morand(1997) ela representa “janela para o mundo", enquanto para outros, um poderoso instrumento de reprodução ideológica que aliena, molda e define comportamentos, desprovida de qualquer potencialidade educativa. A primeira representação de TV como" janela para o mundo" traz consigo a idéia de transpor barreiras geográficas através da telinha pela experiência de visitar e conhecer lugares longínquos e impossíveis de percorrer na vida real. Além disso, socializa uma grande quantidade de informações acerca de assuntos diversos, que permitem acompanhar os acontecimentos sociais no mundo. Essas informações estão expostas na tv de maneira atrativa, sedutora, com textos bem articulados que combinam diferentes formas de linguagem, tais como, imagens, fala, música, escrita, que exploram o emocional, as fantasias, os desejos, trazendo de forma instigante problemas existentes na vida diária. Os programas televisivos para os seus telespectadores tornam-se interessantes por que mexem com as suas emoções e o imaginário. Conforme Moran, “televisão e o vídeo partem do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca os sentidos. Mexem com o corpo, com a pele, as sensações e os sentimentos - nos tocam e “tocamos” os outros, estão ao nosso alcance através dos recortes visuais, do close, do som estéreo envolvente”(MORAN, 2002). Ela atinge crianças, jovens, adultos e idosos, apresentando assuntos significativos para cada grupo. Escrito por belinhalages às 23h26 [ ] [ envie esta mensagem ] No que diz respeito às crianças, a televisão pode influenciar o seu comportamento de maneira positiva, favorecendo o desenvolvimento de atitudes de compreensão, empatia, sensibilidade, pela demonstração das referidas características interpretadas por seus personagens e pela linguagem. A esse respeito Feshbach e Feshbach “entenderam que” quanto mais as personagens forem sensíveis aos sentimentos, emoções e ponto de vista dos outros, mais facilmente farão surgir sentimentos de compaixão, de ajuda, de compreensão, em lugar da agressividade”(FESHBACH e FESHBACH Apud MATOS e FERREIRA, 1998, p.364). É importante destacar que a linguagem da TV é a da imagem, marcada pela importância do visual, pela combinação do imagético com os elementos sonoros e pela justaposição de cenas em movimento. Ela combina esses elementos com o intuito de envolver o telespectador a ponto deste se identificar com as mensagens televisivas, tendo em vista, o fascínio provocado por elas, à aproximação da linguagem falada e de experiências cotidianas dos mesmos. Conforme Netto, tais características são percebidas pela demonstração de cenas cotidianas na televisão, tais como, (...) a preocupação do chefe de família com o custo de vida, os romances de gente da classe média e das classes populares, as atribulações afetivas de grupos adolescentes, a febre pelos games e os sonhos de fortuna através de prêmios, as necessidades de quebra da privacidade e a exacerbação da exposição de intimidades, ou mesmo a insegurança e o medo gerados pela violência das ruas, ganham o seu duplo na mensagem da TV (NETTO, 2003). Esta linguagem também está presente em minisséries, seriados e novelas que abordam questões pessoais ou sociais, a exemplo da novela Laços de Família (2000) transmitida pela Rede Globo, que envolveu e sensibilizou o público com o sofrimento da personagem Camila, portadora de leucemia, papel interpretado por Carolina Dieckman e Mulheres Apaixonadas (2003) que tematizou a violência doméstica entre casais. Elas trouxeram para o público a discussão acerca destas problemáticas, atraindo a atenção dos telespectadores pela aproximação e identificação destes com situações reais . No mais, atualiza conteúdos dos livros didáticos, à medida que divulga e explora constantemente temas atuais ou que não estão presentes neles, a saber, prostituição, trabalho infantil, violência doméstica entre outros, que depois de os educandos assistirem reportagens de programas televisivos podem ser discutidos em sala de aula.
¹Graduanda em Pedagogia pela Universidade Federal da Bahia, bolsista de Iniciação Científica – PIBIC/CNPq. Escrito por belinhalages às 23h26 [ ] [ envie esta mensagem ] Por outro lado, segundo Moran, “justamente por que a televisão não diz que educa o faz de forma mais competente” (MORAN, 2002), dirigindo a forma de pensar, agir, consumir, vestir dos indivíduos pela inculcação de idéias e construção de estereótipos sociais, sexuais, étnicos fundamentados em valores da cultura americana, vinculados na telinha. Assim, crianças jovens e adolescentes introjetam padrões de comportamento das personagens televisivas e assumem como referência musical as canções divulgadas nas programações como elementos constitutivos de sua identidade. Dessa forma, eles reproduzem narrativas televisivas em situações reais, sem questionar as idéias transmitidas por elas. Conforme Guareschi, (...) a TV não problematiza, mas dá as respostas definitivas. Não ajuda a criar, mas dá coisas feitas. O mundo da criança, os valores, as cosmovisões reduzem-se a imaginações não a símbolos. A TV se coloca diante da criança como objeto total, que nunca se ausenta, não frustra, não abandona; capaz de fazer cessar tensões internas, capaz de fazer a criança esquecer seus desejos. Torna-se um sem lacunas nem silêncios, não permite a dúvida e nem a angústia. Um objeto de produção contínua de presença e discurso. (GUARESCHI Apud GUARESCHI, 1998, p. 90) Para Guareschi, a criança diante da TV assume o papel de receptor passivo das informações, que não reconstrói as imagens, mas apenas confere, internaliza, reproduz o que alguém já fez por ela, remetendo a uma postura de apatia e conformação diante da telinha. Por sua vez, o telespectador depara-se com temas pouco aprofundados, informações compactadas, sintetizadas, com apresentações rápidas e ilustradas para cada tema, o que não permite refletir sobre as informações divulgadas pela televisão. Assim sendo, os fatos demonstrados por ela passam a existir, ou seja, podem ser comprovados, enquanto que os fatos omitidos, equivalem a não acontecer. Em consonância com esta afirmativa Guareschi observou que, Muitas vezes nos surpreendemo-nos perguntando, por exemplo: “Mas a greve terminou?”. E, se redargüimos com a pergunta “por que?”, a resposta é muitas vezes: Por que o jornal não trouxe mais notícias sobre elas... Não vi nada na televisão... Não ouvi nada no rádio. Essa resposta demonstra com bastante clareza, que para grande parte da população, uma coisa existe ou deixa de existir na proporção em que é, ou não, veiculada, colocada na mídia” (GUARESCHI, 1998, p. 91). Escrito por belinhalages às 00h21 [ ] [ envie esta mensagem ] Então, diante das diferentes visões aqui abordadas a respeito da televisão, qual o papel do educador frente a esse meio de comunicação? Como utilizá-lo como um espaço educativo? A difícil tarefa que se coloca diante do educador é perceber a televisão não apenas como um recurso pedagógico, que auxilia o professor nas atividades diárias, mas sobretudo, como um espaço educativo, que possibilite a imaginação , a criatividade e o senso critico. Para que isto ocorra é necessário o questionamento da televisão, de suas relações, dos conteúdos, da linguagem e dos programas veiculados nela, por parte de educadores e estudantes. Para tanto, se torna extremamente importante a mediação do educador frente à TV, no sentido de investigar e promover, junto aos seus alunos, a discussão em torno da natureza dos jornais, minisséries, novelas, desenhos animados, com o intuito de desenvolver nos educandos autonomia, capacidade de interpretação e senso crítico. Nesse sentido, Gutiérrez entende que “fazer da televisão um espaço educativo é promover processos de relações possíveis, abertas, flexíveis, dinâmicas, repletas de sentido; relações que interroguem, questionem e motivem; relações provocadoras, criativas, futuristas, plenas de esperança e de coragem” (GUTIÉRREZ, 1997). Assim sendo, cabe a escola, e em especial, ao educador a função de desmistificar a televisão como responsável por todos os males da sociedade mediante a (re) significação deste meio de comunicação. Referências GENTILE, Paola. Liguem a TV: vamos estudar! Revista Nova Escola. São Paulo, p. 45-49, Jan./ Fev. 2006. GUARESCHI, Pedrinho A. O meio comunicativo e seu conteúdo. In: PACHECO, Elza Dias (org.). Televisão, criança, imaginário e educação: desafios e dilemas. Campinas: Papirus, 1998. p.83-92. GUTIERRÉZ, Francisco. Relações que a TV e a escola propiciam aos educandos. São Paulo. 1997. Disponível em :< http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-25551997000100017&lng=es&nrm=iso&tlng=pt >. Acesso em: 20 mai. 2006. (Entrevista concedida a Tânia Maria Esperon Porto, em outubro de 1995) MATOS, Armando Pinto da Mota; FERREIRA, Joaquim Armando Gomes Alves. Televisão e desenvolvimento pessoal. Psicologia, Educação e Cultura. Carvalhos, v. 2, n. 2, p. 361- 370, Dez./ 1998. MORAN, José Manuel. Desafios da televisão e do vídeo à escola. São Paulo. 2002. Disponível em : MORAND, Claude; TORDJMAN, Dr. Gilbert. Primeiras emoções amorosas: falando de sexo -
NETTO, Dermeval. Com que linguagem se faz a TV? Disponível em: <http://www.tvebrasil.com.br/SALTO/boletins2003/dte/pgm3.htm >. Acesso em: 08 jul. 2006.
Escrito por belinhalages às 00h20 [ ] [ envie esta mensagem ] Continuação da discussão sobre os termos da Cibercultura Aula 12/06/06 Escrito por belinhalages às 09h18 [ ] [ envie esta mensagem ] Termos da Cibercultura Aula 05/06/05 Escrito por belinhalages às 00h05 [ ] [ envie esta mensagem ] CIBERCULTURA AULA DIA 29/05/06 Inicialmente listamos palavras que fazem parte da Cibercultura através da leitura do texto de André Lemos e outros autores.Conceituamos Cibercultura como sendo a cultura que se constroe através da rede. Foram levantadas várias expressões que fazem parte dela, tais como,digitalização, simulação, imaterialidade, virtual, atual, real, hipertexto, link, não-linearidade, as quais foram distribuidas com os educandos para pesquisá-las em outros sites e depois socilalizá-los com a turma.Desse modo, em síntese definimos como: a)digitalização: o registro eletrônico das produções; b) simulação: criação de novos conhecimentos a partir de modelos físicos, matemáticos; c) imaterialidade: a destituição de espaços físicos tanto geogr[áficos como materiais tornam a experiencia do internauta um grande fluxo de informação; d)virtual, está dividido em filosófico: campo de possibilidade de onde emergem os conhecimentos e o tecnológico, possibilidade de estando digitalizado transformar a imagem; e) atual: é o que realmente acontece dentro de campo de possibilidades; f) real: movimento entre o atual e o virtual. O virtual é parte do real. g) hipertexto: é um conjunto de textos vivos que permite a relação de todos-todos. h) link: recurso de ligação entre um tema/figura e outro(a). i)não-linearidae: o que não segue o caminho pré-estabelecido. Os links permitem visualizar outras relações de leitura. A aula foi bastante participativa e proveitosa por que possibilitou estabelecer relações com os conceitos apresentados traçadas pela não- linearidade destes. Quantos conceitos e como são complexos!!! Michelle Escrito por belinhalages às 13h16 [ ] [ envie esta mensagem ] Aula 22/05/06 Fui submetida a uma cirurgia no dia 17/05/06 e estarei afastada das atividades acadêmicas durante 14 dias. Estarei acompanhando as aulas de Educação e tecnologias contemporâneas pela internet. Até a volta galera, Michelle Escrito por belinhalages às 18h34 [ ] [ envie esta mensagem ] Aula dia 15/05/06 Não teve aula em decorrência da paralisação dos rodoviários. É isso aí, reivindicar por melhores condições de trabalho!!! Escrito por belinhalages às 18h26 [ ] [ envie esta mensagem ] PERSISTÊNCIA Vejam que linda reflexão!!!! Dei uma olhadinha no blog da minha amiga Raquel e achei interessante essa mensagem!!!
Escrito por belinhalages às 22h46 [ ] [ envie esta mensagem ] Como lidar com o TDAH
O curso foi muito proveitoso, por que trouxe contribuições relevantes para a prática pedagógica e o entendimento de que ,enquanto educadores, devemos ter o cuidado para não rotular o educando e trazer prejuizos para a sua vida social. O curso contou ainda, com o depoimento de uma jovem que apresentava sintomas de hiperatividade, segundo afirmou ela e com a experiência de uma criança que tem TDAH. Foi muito bom, mesmo.Valeu a pena fpassar o dia todo lá!!! Um beijo galerinha, Michelle . Escrito por belinhalages às 22h29 [ ] [ envie esta mensagem ] Edgar Morin e a educação Para refletir... "Como Platão disse há muito tempo, para ensinar é preciso o eros. O eros não é somente o desejo de transmitir, ou somente o prazer de ensinar, de comunicar ou de dar: é também o amor àquilo que se diz e que se pensa ser verdadeiro. É o amor que introz, na profissão pedagógica, a verdadeira missão do educador. " Edgar Morin MILANI, Feizi Masrour. Tá combinado! Construindo um pacto de convivênciana Escola. Salvador: INPAZ, 2004. Escrito por belinhalages às 12h35 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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